segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Expectativa

Em protocolo assinado pelos auto-intitulados "Dez magníficos" (uns insignes, outros insignificantes), foi criada a Fundação Comarca de Arganil destinada, entre outras finalidades, a "repor nas bancas" o jornal homónimo, morto por anemia cerebral: veremos o que dali vai sair!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

A grande vigairada

Quando o Museu Regional de Arqueologia, em Arganil, não era mais que um amontoado de materiais com essa pomposa designação, encontrando-se o seu director e responsável científico impedido abusivamente de ter acesso às respectivas instalações, acontece que, não se sabe por que carga de
agua, ali efectuou o seu estágio uma tal Manuela Cruz, cujo actual paradeiro se desconhece. Pergunta-se: quem academicamente a certificou?... Corre inquérito.

Os "descobridores"

Solicitados, pelas mais diversas formas e circunstâncias, a explicarem em que sentido e com que intenção, no artigo vindo a lume no "Jornal de Arganil", empregaram o termo "desberto" relativamente à caixa metálica, vulgo cofre, existente nas antigas instalações do museu de arqueologia nos paços do concelho, os intervenientes, com os autarcas à cabeça, têm-se metido em copas.  Moita, carrasco!   Nenhum deles até hoje, designadamente o engº Silva e o cidadão Mário Vale, teve a coragem de assumir a sua responsabilidade na matéria. Não deixa de ser sintomático que, havendo fartura de termos para designar o fortuto aparecimento da caixa metálica em questão, foram logo optar pelo rocambolesco vocábulo "descobrir"! Damos exemplos, entre muitos outros, pois a colheita é farta: avistar, desvendar, topar, achar, encontrar, localizar, notar, observar, catrapiscar, divisar, lobrigar, enxergar, vislumbrar, detectar, descortinar, bispar. Será preciso mais para se concluir pelo sentido pejorativo, insidioso e calunioso do termo preferido?  Diga quem sabe!
Foi precisamente para contrabalançar esta canalhice que o Prof. Castro Nunes saiu a terreiro com o seu litigado artigo a repor a verdade dos acontecimentos. Quem é, na realidade, o verdadeiro criminoso?...

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Mudança de arraial

Banida pelo "Pintassilgo" do seu blogue de Arganil por, sob o anonimato, se permitir impunemente insultar as pessoas, privadas de se defenderem de energúmrnos que não conhecem, a ralé de Arganil mudou-se, com armas e bagagens, para o "Góis livre", onde todas as baboseiras são toleradas. Hilariantes pela desafinação são as anónimas versalhadas que por lá pululam e que são de partir o coco a rir!  De tolinho de manicómio!  Fora isso, que não deixa de ter a sua piada pela negativa, os seus torpes comentários são  a plena demonstração do baixo nível a que desceu uma parte substancial da comunidade arganilense, que deixou de ter limites nos domínios da moral e da decência. Uma incorrigível degradação em todos os sentidos, designadamente os culturais, à estaca zero. Que diferença com os tempos de vinte ou trinta anos atrás! JCN

sábado, 9 de outubro de 2010

Estórias de falos

Toda a gente sabe o que é um falo, ou seja, aquilo que em linguagem popular se chama um caralho. Há-os de todos os os tamanhos e feitios, sendo particularmente referido o da criação de Bordallo Pinheiro, em barro, de enormes proporçoes e horrivelmente feio, grotesco. Vamos, a propósito, lembrar um episódio ocorrido em Góis, quando o sr. Fortunato, que Deus haja, era o chefe da secretaria da respectiva escola básica. Já lá vão uns anos. O caso conta-se em poucas palavras.
Na qualidade de genro do farmacêutico local, o sr. Luís Martins, excelentíssima pessoa, o Fortunato costumava levar para a escola uma certa quantidade de preservativos para vender discretamente, sem que as pessoas tivessem de passar pela farmácia, dando nas vistas. Sabedora do caso, a directora passou a revistar-lhe as gavetas da secretária para lhe perverter o negócio, denunciando-o às competentes autoridades escolares. De que se havia de lembrar o brincalhão do Fortunato? Numa das gavetas colocou um daqueles marmanjos do Bordallo. Ao deparar com ele, a directora, entre escandalizada e ofendida, deitou-lhe a mão e, metendo-o no cofre-forte da escola, instaurou-lhe um processo disciplinar, que terminou em tremenda gargalhada e hilariante galhofa por parte dos inspectores... para encavacação e escarmento da abelhuda directora, que pouco depois pediu a sua transferência para a escola da Lousã. Tão certo como eu me chamar Gaudêncio.
Será que o caso vai repetir-se ... em Arganil?

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Julgamento adiado

Segundo notícia tendenciosa vinda hoje a lume no blogue "Arganil,eu", o julgamento do Prof. Doutor Castro Nunes por acção interposta pelo cidadão Mário Vale, filho da pessoa que lhe matou a filha há cerca de 50 anos, terá sido adiado pela falta de comparência do acusado, o que é retintamente falso. O adiamento deve-se a pedido formulado pelo defensor do demandante, ou seja, o advogado Rodrigo Santiago, familiar do mesmo demandante. Assim é que é! Tomara o Prof. Castro Nunes, nosso particular amigo, que o julgamento tivesse ocorrido na data previamente e há bastante tempo estabelecida, o que, a não ser assim, só lhe trouxe incomodidade face à sua idade e precário estado de saúde. Não brinquem com coisas sérias!

Um doutor da mula ruça!

Ninguém vai acreditar!  Empunhou a vara do poder em Arganil um autarca, cuja identidade nos escusamos de revelar, que, sem nunca ter posto as patas em qualquer universidade, se arvorou tacitamente em doutor, permitindo, sem denunciá-lo, o respectivo tratamento. Comente quem quiser, na certeza de que existe documentação comprovativa, que a seu tempo se exibirá!  Para onde caminhamos?...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O caso da "descoberta" do inventário

Solicitados insistentemente a revelarem em que circunstâncias "descobriram" o inventário-geral do Museu Regional de Arqueologia, em tempos instalado nos paços do concelho de Arganil, a cargo do Prof. Doutor Castro Nunes, tanto o engº Rui Silva como o cidadão Mário Vale, ocasionalmente tratado de doutor, se mantiveram calados como petos. Bico cerrado!  Que mistério envolve esta litigiosa "descoberta"?  Andavam à sua procura?  Tiveram faro?  Foi neramente furtuita?  Por que é que aos termos "apareceu" ou "encontraram" preferiram o de "descobriram"?  Não há aqui um deliberado propósito de ofensa, deixando pairar no ar algo de tenebroso ocultamento?...  Com que proveito ou intenção por parte do Prof. Castro Nunes, por cuja diligência e para seu exclusivo uso esse inventário ou f"ficheiro" foi elaborado?   Se os deuses falassem!... Em breve se saberá!  Assim o cremos.

FALTA DE CARÁCTER

Blogues assim não prestam. Devem fechar a porta por falência de ordem moral. São um descrédito para o sistema! Senão, vejamos!  O gestor do blogue de Arganil, ou seja o "PINTASSILGO", fez constar, há três dias, que se "ACABARAM... AS ACUSAÇÕES ANÓNIMAS E OS ATAQUES EM COMENTÁRIOS", acrescentando que o seu blogue "NÃO SERVE PARA QUE ANONIMAMENTE SE VENHA PARA AQUI LAVAR ROUPA SUJA", para de seguida se contradizer e dar cabimento a um torpe comentário anómimo visando a pessoa do Prof. Castro  Nunes. Simplesmente execrável. QUE FALTA DE CARÁCTER!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Era de esperar

A inacreditável atitude do cidadão Mário Vale, levando a tribunal, por um motivo fútil, o Prof. Castro Nunes, cuja filha o seu pai matou em escabrosas circunstâncias sem que chegasse a ser incomodado pela justiça devido à voluntária intervenção do pai da criança, o qual solicitou o arquivamento do processo, renunciando deste modo à correspondente e vultosa indemnização pecuniária, a que juridicamente teria legítimo direito, não fez mais do que avivar dolorosas recordações, trazidas à ribalta por tão descabido e caricato gesto do demandante em causa, tanto mais que o dano alegadamente provocado por suposta difaação não vai pecuniariamente além dos 2.000 (dois mil) euros, o valor pedido, que mais parece esmola.
Vendo no filho a sombra do pai que já se havia desvanecido no seu espírito, mas que agora surge das cinzas do passado para de novo o atormentar e lhe inquinar a vida prestes a extinguir-se, pois se trata de um nonagenário de precária saúde, o egrégio catedrático desabafou a sua angústia nos poemas que por aí correm e que passamos a transcrever, dada a sua qualidade literária:
         

          Sempre que vejo o sujeito,
          vem-me à ideia o fulano
          que de um modo desumano
          o meu lar deixou desfeito.

           Tirem-no da minha frente,
            pois sempre que isso acontece
            é como se sucedesse
            a tragédia no presente.

           A atitude que assumiu
           ante mim, veio avivar
           uma dor a dormitar
           que novamente emergiu!

                    

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

ADVERTÊNCIA

A administração do blogue adverte que não dá publicidade a quaisquer comentários, cujos autores não venham devidamente identificados.  Não se admitem mascarados.  O carnaval... é noutro sítio: é questão de procurar!  Aqui só entra gente que tenha nome e cara a descoberto!

Um caso de "aversão freudiana"?

De acordo com eminentes especialistas, de nível universitário, nos domínios da neurociência e, designadamente, no foro das interligações da matéria com o espírito, o que origina a chamada "consciência", tudo faz crer que a "osga" que o cidadão Mário Vale alimenta contra o Prof. Castro Nunes procede de uma espécie de "aversão freudiana" relacionada com a morte da sua filha, há coisa de meio século, às portas de Arganil, em circunstâncias escabrosas, que se tem procurado minimizar ou mesmo ocultar, pois está em causa a reputação do culpado, que só não foi incomodado pela justiça graças à generosa intervenção do pai da criança a seu favor. O certo é que, segundo as mais recentes investigações, como por exemplo as efectuadas e acabadas de divulgar por António Damásio no sua obra intitulada "O livro da consciência", essa hipótese é mesmo de considerar.  É que não existe fumo sem fogo ou vice-versa. Há séculos que diz o povo que "ódio velho não cansa".  Que será isso de "aversão freudiana"?  Do que se haviam de lembrar!  É o que dá mexer nas sombras do passado, ainda que distante!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A saga do cofre arrombado

 Na comunicação social escrita corre por aí o seguinte poema atribuído ao Prof, Castro Nunes e ao qual parece referir-se José Saramago numa das suas peças, "Os arrombas", ainda inédita:


Quase valendo um império,
num cofre estava encerrado,
a sete chaves fechado,
um tesouro questionado,
constituindo um mistério
o que estava lá guardado,
mesmo assim sendo roubado,
sabe Deus com que critério.

Há que encontrar o culpado
deste grande despautério!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

CONVITE

Por solicitação do Prof. Castro Nunes, seu autor, transcrevemos, com muito gosto, o poema a convidar os seus numerosos amigos para o julgamento que, no próximo dia 6 de outubro, vai ter lugar no tribunal judicial de Arganil por suposto crime de difamação:

Vinde ver-me julgar, amigos meus,
na terra que na vida eu mais amei,
onde, acusado por iníqua lei,
eu me encontro à mercê dos fariseus!

Eu disse por escrito, sem ranor,
agravando de boca a afirmação
de que roubado fui sem pundonor
por atrevida e confessada mão.

Vou demonstrá-lo ante o senhor juiz,
se para tal me der a faculdade
de pôr em pratos limpos a verdade.

Vinde assistir, amigos, pois eu fiz
questão de convidar para a audiência
uma numerosíssima assistência!

JOÃO DE CASTRO NUNES

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

"VAMOS A ISSO!"

Com este título, já corre mundo na comunicação social escrita, o poema que, a propósito do seu próximo julgamento no tribunal de Arganil,  elaborou o nonagenário Prof. Castro Nunes e que a seguir transliteramos:

"Vou ser julgado por difamação,
ao cabo de uma vida irrepreensível,
por ter escrito, com toda a razão,
que fui roubado de maneira incrível.

Tenho a população toda ao meu lado,
como ocorreu numa outra ocasião,
há mais de meio século passado,
nas garras de cruel tribulação.

O pior que me podia acontecer
era o processo, por qualquer motivo,
ser retirado, sem me defender.

Dizer eu quero, frente a frente, ao vivo,
as causas que se encontram subjacentes
às minhas referências... pertinentes!".

QUE GRANDE BRONCA!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O DADO QUE FALTA

A propósito do material subtraído ou surripiado (entre um termo e outro, venha o diabo e escolha), por confessado arrombamento,  da caixa metálica existente nas instalações dos paços do concelho de Arganil  e contendo o inventário-geral do espólio arqueológico pertencente ao Prof. Castro Nunes, transcremos, com a sua autorização, o esclarecimento que o "Jornal  de Arganil", ao abrigo do direito de resposta, se recusou a publicar, mas que já é do domínio público, a saber:

"Mais de um ano se passou (19 de março de 2oo9) desde que, respondendo ao Engº Rui Silva acerca do "Espólio Arqueologico da Lomba do Canho" (12 de março de 2009), repus, neste mesmo jornal, "a verdade dos factos" por ele referidos e fraudulentamente apresentados para se limpar das mazelas que lhe imputei  no processo-crime que judicialmente lhe movi no Tribunal da Comarca de Arganil por má-fé no trato dado aos materiais arqueológicos por mim confiados à guarda da Câmara Nunicipal, então sob a sua presidência autárquica.

O certo é que, perante os factos relatados na sua inquestionável autenticidade, nem ele nem seus comparsas (Drª Regina Anacleto e cidadão Mário Vale) saíram a terreiro a contestá-los, assumindo pois a sua integral veracidade.

Pois bem. Antes de baixar o pano ou, por outras palavras, pôr um lajedo sobre tão escabroso assunto, importa esclarecer em que circunstâncias (quando, onde, como e por quem)  foi "descoberto" o tal inventário-geral do Museu Regional de Arqueologia que eu próprio promovi para meu uso pessoal e que foi levado a cabo pelos meus diligentes colaboradores nos intervalos das escavações arqueológicas em que tomaram parte, inventário que entretanto levou sumiço. Nunca mais ninguém lhe pôs a vista em cima. Falta apurar este dado da máxima importância para o esclarecimento do processo, pois tudo o mais foi por mimdevidamente esclarecido na resposta que dei ao Engº Rui Silva e foi aliás judicialmente comprovado, à excepção da sua eventual dolosidade. Fico aguardando.  JOÃO DE CASTRO NUNES".

A virgem ofendida

A propósito de um julgamento que vai ter lugar no tribunal de Arganil em 6 de outubro, anda por aí uma discussão do caraças sobre o significado do termo "surripiar", utilizado pelo Prof. Castro Nunes acerca do roubo de que foi vítima por arrombamento (abertura sem chave) de uma caixa metálica (cofre) existente nas instalações do museu arqueológico, propriedade sua.  Discute-se o grau de gravosidade do termo utilizado. Até já foi pedido parecer à douta Academia das Ciências. O caso é que, para traduzir o alegado acto em questão, não faltam vocábulos congéneres, ou seja, sinómimos. Senão, vejamos, um pouco ao calha: apossar-se, apoderar-se, deitar a mão, furtar, gamar, pilhar ou pifar, extorquir, espoliar, desviar, bifar, rapinar, saquear, subtrair, tirar, empalmar, catrafilar, abafar, etc., etc. Ou não se tratasse do país que somos! O certo é que, feita a análise semântica dos termos, acaba por se constatar que o menos gravoso é precisamente "surripiar", tal como "sorriso" é uma espécie de "riso" por baixo do bigode. É que o prefixo "sub" imprime aos vocábulos um certo grau de imprecisão. "Mutatis mutandis", o termo subrectangular não quer dizer propriamente rectangular, mas tendencialmente rectangular. Ora "surripiar". do ponto de vista etimológico, está conotado com o verbo latino "rápere", base de "raptare" , que por sua vez dá "roubar" em português. Donde se conclui, feitas as contas, que no domínio das "artes de furtar" (Padre António Vieira) a palavra "surripiar" (roubar à surrelfa, sen consentimento ou conhecimento do dono) é, desde logo, o termo infinitamente menos gravoso. É ou não é?

sábado, 4 de setembro de 2010

A saga das medalhas

No mandato autárquico do Dr. Dinis Cosme (PSD), presidindo à Assembleia Municipal o Prof. Dias Coimbra,  foi  proposta pelo deputado Carlos Dias, mais conhecido por Carlos da Capela, a atribuição da medalha de ouro do concelho de Arganil ao Embaixador Albano Nogueira e ao Prof. Doutor João de Castro Nunes, proposta que foi aprovada por UNANIMIDADE, como se fez constar nos órgãos da comunicação social, designadamente a "Comarca de Arganil".
Ora acontece que, em sessão solene, foi entregue a medalha ao Embaixador durante o executivo poresidado pelo Engº Silva (PS). Quanto à do Prof. Castro Nunes, que aliás não a agradeceu por se estar nas tintas para a homenagem,  ficou no rol dos esquecidos... até aos dias de hoje. Passada a patacos?...  Diga quem souber! O caso é que acaba de ser localizada, numa cas de penhores da capital, uma dessas medalhas posta no prego  por alguém que deve ter dado nome falso. Será a que estava destinada ao Prof. João de Castro Nunes,  Prof. jubilado da Universidade  Clássica de Lisboa?...  Se assim foi, serviu ao menos para matar a fome a alguém!   JOSÉ FONTINHA

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Ratoneiros!

Acerca da expoliação de que foi vítima o Prof. Castro Nunes por parte da autarquia arganilense, corre na vila, em folha avulsa, a seguinte quadra, de autor por identificar:

     Foi caixeiro, foi caixeiro,
     foi caixeiro-viajante:
     depois deu em ratoneiro
     de certa altura em diante!

sábado, 14 de agosto de 2010

Um pontapé no cu!

Acaba de saber-se que a Comissão de Jurisdição da Federação Distrital de Coimba do Partido Socialisata decidiu, por unanimidade, expulsar os militantes do concelho de Arganil, com Rui Silva à cabeça, por se terem apresentado como "independentes" (?) às últimas eleições autárquicas em oposição à lista proposta pela respectiva comissão concelhia. Rua com eles! Gente desta... nem pelas costas! De resto, há caras e cus... que não enganam: têm-no estampado. Trafulhas!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O polibã

No mandato autárquico do engº Silva, de tão triste memória (para esquecer!),  a Praça Simões Dias, frente aos paços do concelho, foi transformada em Eira às riscas pretas e brancas; agora, sob o mandato do rapazola, deu em polibã, com dezoito repuxos verticais, um para cada junta de freguesia, a fim de os respectivos autarcas, trazendo o sabão de casa, poderem lavar os cus aos finsde-semana. Estórias do carago! Quando é que a Praça voltará a ser o que era? Que saudades da "pimenteira"!

sábado, 31 de julho de 2010

Tira-teimas

No sentido de se evitar qualquer extrapolação da significação de "arrombar", base linguística da peça de Saramago, foi por este solicitado um parecer à douta Academia das Ciências, a qual, por intermédio do seu Presidente, o Prof. Pina Martis, deu o seguinte veredicto: "abrir sem chave e sem consentimento ou conhecimento do respectivo dono ou responsável qualquer recipiente ou contentor fechado, forçando por conseguinte a sua abertura, independentemente das circunstâncias ou intenções de tal procedimento". Preto no branco. Mais esclarecendo que "não há termo equivalente ou aproximadamente sinónimo", deu-se a consulta por concluída... para tranquilidade do autor da peça e do seu apresentador, ou seja, o Prof. Castro Nunes, catedrático jubilado da Univ. de Lisboa. Ponto final!

"Os arrombas"

Apresentada pelo Prof. Castro Nunes e sob o patrocínio da respectiva autarquia, vai ser levada à cena, em outubro próximo, na vila de Arganil, a peça  teatral inédita "Os arrombas" de José Saramago, a cuja estreia o laureado escritor fazia tenção de pessoalmente assistir, dada a circunstância de se tratar de factos e personagens reais da região, que pelo seu ineditismo lhe prenderam a atenção. Que vai sair daí?...  Nem queiram saber!

sábado, 24 de julho de 2010

Com que olho?

De 7 de agosto a 15 de setembro vai realizar-se, na casa da cultura de Aragnil, transformada numa espécie de galinheiro, uma exposição fotográfica subordinada ao título "Os olhares de Eduardo Gageiro", sendo caso para, desde já, se perguntar:  Com que olho?...

Só trampa!

"Arganilense", "Arganil.eu", "Princesa do Alva", "Rouxinol de Pomares" e quejandos blogues, tirando o "Pintassilgo", são tudo a mesma trampa!  Pior... só o site da autarquia. Tudo a mesma pandilha... a pedir vassourada. Assim vai o concelho de Arganil... encosta abaixo. "Porra, senhor abade!".

Forrobodó!

Nas Noites de Verão, em Arganil, com repuxos de água para todos, frente aos paços do concelho, continua o forrobodó... mascarado de cultura, ao nível da respectiva autarquia. Uma autêntica desgraça! Uma cagada.

Mariolice

Acabamos de ler no blogue do "Pintassilgo" que está marcado para o dia 6 de outubro o julgamento do Prof. João de Castro Nunes acusado de difamação pelo cidadão Mário Vale, o qual pede de indemnização 2.000 (dois mil) euros, o que faz crer que o demandante não se tem em muito boa conta. Contenta-se com pouco! Parece uma esmola. Talvez seja altura de questionar quanto é que o seu pai pagou ao acusado pela morte da sua filha em melindrosas circunstâncias, em 1954, destruindo a felicidade de uma respeitável família. Ela por ela!

terça-feira, 15 de junho de 2010

O "Pintassilgo" voltou a piar!

Congratulamo-nos deveras com o retorno à luta do "Pintassilgo" que parecia ter sido inexoravelmente amordaçado pelas autárquicas forças do mal, que actuam em Arganil... de há uma dúzia de anos para cá.  Felizmente que ele superou o contratempo para continuar a ser o porta-voz mais autorizado dos eventos que vão ocorrendo na região com aquela corrosiva linguagem dos seus fiéis e desafrontados comentadores!  Estamos com ele, de alma e coração. Abaixo o rapazola e respectiva pandilha camarária!  O que nos havia de acontecer!  Súcia de aldrabões e sequestradores de direitos e de bens alheios! Provadamente. Não dizemos gatunos, porque não gostamos do termo.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Quem o calou?

É esta a pergunta que todos nos fazemos: quem fez emudecer o "Pintassilgo" de Arganil?  Quem lhe selou a boca?  Que interesses estão em causa?  Quem tem medo às críticas dos seus fiéis colaboradores?   
Que val(ores)  val(em)  mais que os da comunidade que ele corajosamente pretendia  informar e esclarecer?  Obra do rapazola e sua pandilha?!  O tempo o dirá!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Antas do Maladão

Com inteira complacência ou negligência, quando não conivência, das autoridades locais, é frequente verem-se nas redondezas desta povoação da freguesia de Arganil diversas criaturas, estrangeiros sobretudo, munidas de potentes detectores de metais à cata de tesouros, alertadas pela conhecida quadra popular que às suas antas se refere e de cujas câmaras têm saído valiosíssimos tesouros:


                                  Ó antas do Maladão,
                                  cheias de ouro e diamantes,
                                  quem souber onde é que estão
                                  fica rico... nuns instantes!

domingo, 23 de maio de 2010

Esclarecimento adiado

Quando é que o engº Rui Silva e seus autárquicos comparsas se dispõem a esclarecer onde, quando e como "descobriram" o inventário geral do Museu Regional de Arqueologia elaborado pelo Prof. Castro Nunes e que destino é que lhe deram, pois nunca mais foi visto?... Quando é que desembucham?

sábado, 22 de maio de 2010

Seus pulhas!

Arganil está-se a tornar numa terra de pulhas, em que até a velhice constitui motivo de chacota. Seus pulhas! Já não se lembram que Fernando Vale viveu para cima dos cem anos?  Filhos da puta!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

O pequeno herói

Quem está interessado em "abafar"  os  escabrosos acontecimentos que estão por detrás do procedimento corajoso e altruísta do rapazinho que socorreu a criança atropelada e abandonada sob a viatura, cujo motorista não lhe prestou qualquer género de auxílio, muito embora fosse médico?!... Não desconversem e contra-ataquem pela bandalhice. Aqui fala-se a verdade e assumem-se as responsabilidades perante seja quem for. Prontos à luta. Armas limpas! Ninguém cala... a "Arganilândia"!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Capela de S. Pedro

     Que espera a autarqui arganilense para deitar a mão à emblemática capela em vias de eminente ruína?...
     Ignorância, incompetência ou irresponsabilidade?... De tudo um pouco... provavelmente. Por aqui se 
     pode avaliar o desinteresse do poder local pelo restante património cultural do municipio, inteiramente
     ao abandono, quando não a saque.

Recuperar o prestígio de Arganil

     É a hora de tocar os sinos a rebate e alertar os Arganilenses para a derrocada que se vem verificando, de há doze anos para cá, no respectivo concelho sob todos os domínios, designadamente o cultural! Há que travar o descalabro em que se encontra a terra arganilense: cada dia que passa... é mais um passo para trás! Há que inverter este processo, começando por falar a linguagem da verdade. Sem rebuços. Vamos a isto, Amigos! Determinadamente.