quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Fulanecos!

Ouçam láesta, carago! FULANECOS! A velha aristocracia // do concelho de Arganil, // de Celavisa ao Barril, // onde se encontra hoje em dia? //// Onde se terá metido, // desde os Hélios e Loureiros // aos Gamas e Marinheiros, // esse grupo destemido? //// Reina agora uma pandilha // que não passa de emproados // figurões... de pacotilha. //// Fácil é de constatar // que se alguns são cus-lavados, // outros o têm por lavar!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Capados!

Afinal, livrando-se da prometida cachaçada, o napoleãozeco sempre veio a Arganil presidir à sessão de entrega das medalhas de ouro (?) a três fulanitos que nunca fizeram puto pela terra, a não ser servirem-se dela para as suas malabarices de índole política, donde se conclui que, desde que alguém se apossou da piça de pedra do Sarzedo, os arganilenses... ficaram sem tesão. Toleram tudo e mais alguma coisa. Puta que os pariu! E tanta criança a passar fome no concelho, enquanto os autarcas só pensam nos banhos turcos... para abaterem as suas adiposas gorduras! Vassourada neles!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Peso de consciência

Acerca da loja social, que a autarquia acaba de abrir em Arganil, corre por aí o seguinte poemeto que, à falta de autor conhecido, não falta quem o atribua à Nabais do pião (?): O peso do remorso Para poeira deitar nos olhos dos cidadãos fartinhos de ver gastar sem ninguém lhes ir às mãos, quer em banhos a vapor ou piscinas de água quente para cada vereador, além do seu presidente, a autarquia arganilense acaba agora de abrir a fim de se redimir uma loja social no salão paroquial: “honi soit qui mal y pense”! TALENTO POÉTICO É COISA QUE NÃO FALTA EM ARGANIL! T