terça-feira, 12 de outubro de 2010

A grande vigairada

Quando o Museu Regional de Arqueologia, em Arganil, não era mais que um amontoado de materiais com essa pomposa designação, encontrando-se o seu director e responsável científico impedido abusivamente de ter acesso às respectivas instalações, acontece que, não se sabe por que carga de
agua, ali efectuou o seu estágio uma tal Manuela Cruz, cujo actual paradeiro se desconhece. Pergunta-se: quem academicamente a certificou?... Corre inquérito.

Os "descobridores"

Solicitados, pelas mais diversas formas e circunstâncias, a explicarem em que sentido e com que intenção, no artigo vindo a lume no "Jornal de Arganil", empregaram o termo "desberto" relativamente à caixa metálica, vulgo cofre, existente nas antigas instalações do museu de arqueologia nos paços do concelho, os intervenientes, com os autarcas à cabeça, têm-se metido em copas.  Moita, carrasco!   Nenhum deles até hoje, designadamente o engº Silva e o cidadão Mário Vale, teve a coragem de assumir a sua responsabilidade na matéria. Não deixa de ser sintomático que, havendo fartura de termos para designar o fortuto aparecimento da caixa metálica em questão, foram logo optar pelo rocambolesco vocábulo "descobrir"! Damos exemplos, entre muitos outros, pois a colheita é farta: avistar, desvendar, topar, achar, encontrar, localizar, notar, observar, catrapiscar, divisar, lobrigar, enxergar, vislumbrar, detectar, descortinar, bispar. Será preciso mais para se concluir pelo sentido pejorativo, insidioso e calunioso do termo preferido?  Diga quem sabe!
Foi precisamente para contrabalançar esta canalhice que o Prof. Castro Nunes saiu a terreiro com o seu litigado artigo a repor a verdade dos acontecimentos. Quem é, na realidade, o verdadeiro criminoso?...

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Mudança de arraial

Banida pelo "Pintassilgo" do seu blogue de Arganil por, sob o anonimato, se permitir impunemente insultar as pessoas, privadas de se defenderem de energúmrnos que não conhecem, a ralé de Arganil mudou-se, com armas e bagagens, para o "Góis livre", onde todas as baboseiras são toleradas. Hilariantes pela desafinação são as anónimas versalhadas que por lá pululam e que são de partir o coco a rir!  De tolinho de manicómio!  Fora isso, que não deixa de ter a sua piada pela negativa, os seus torpes comentários são  a plena demonstração do baixo nível a que desceu uma parte substancial da comunidade arganilense, que deixou de ter limites nos domínios da moral e da decência. Uma incorrigível degradação em todos os sentidos, designadamente os culturais, à estaca zero. Que diferença com os tempos de vinte ou trinta anos atrás! JCN

sábado, 9 de outubro de 2010

Estórias de falos

Toda a gente sabe o que é um falo, ou seja, aquilo que em linguagem popular se chama um caralho. Há-os de todos os os tamanhos e feitios, sendo particularmente referido o da criação de Bordallo Pinheiro, em barro, de enormes proporçoes e horrivelmente feio, grotesco. Vamos, a propósito, lembrar um episódio ocorrido em Góis, quando o sr. Fortunato, que Deus haja, era o chefe da secretaria da respectiva escola básica. Já lá vão uns anos. O caso conta-se em poucas palavras.
Na qualidade de genro do farmacêutico local, o sr. Luís Martins, excelentíssima pessoa, o Fortunato costumava levar para a escola uma certa quantidade de preservativos para vender discretamente, sem que as pessoas tivessem de passar pela farmácia, dando nas vistas. Sabedora do caso, a directora passou a revistar-lhe as gavetas da secretária para lhe perverter o negócio, denunciando-o às competentes autoridades escolares. De que se havia de lembrar o brincalhão do Fortunato? Numa das gavetas colocou um daqueles marmanjos do Bordallo. Ao deparar com ele, a directora, entre escandalizada e ofendida, deitou-lhe a mão e, metendo-o no cofre-forte da escola, instaurou-lhe um processo disciplinar, que terminou em tremenda gargalhada e hilariante galhofa por parte dos inspectores... para encavacação e escarmento da abelhuda directora, que pouco depois pediu a sua transferência para a escola da Lousã. Tão certo como eu me chamar Gaudêncio.
Será que o caso vai repetir-se ... em Arganil?

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Julgamento adiado

Segundo notícia tendenciosa vinda hoje a lume no blogue "Arganil,eu", o julgamento do Prof. Doutor Castro Nunes por acção interposta pelo cidadão Mário Vale, filho da pessoa que lhe matou a filha há cerca de 50 anos, terá sido adiado pela falta de comparência do acusado, o que é retintamente falso. O adiamento deve-se a pedido formulado pelo defensor do demandante, ou seja, o advogado Rodrigo Santiago, familiar do mesmo demandante. Assim é que é! Tomara o Prof. Castro Nunes, nosso particular amigo, que o julgamento tivesse ocorrido na data previamente e há bastante tempo estabelecida, o que, a não ser assim, só lhe trouxe incomodidade face à sua idade e precário estado de saúde. Não brinquem com coisas sérias!

Um doutor da mula ruça!

Ninguém vai acreditar!  Empunhou a vara do poder em Arganil um autarca, cuja identidade nos escusamos de revelar, que, sem nunca ter posto as patas em qualquer universidade, se arvorou tacitamente em doutor, permitindo, sem denunciá-lo, o respectivo tratamento. Comente quem quiser, na certeza de que existe documentação comprovativa, que a seu tempo se exibirá!  Para onde caminhamos?...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O caso da "descoberta" do inventário

Solicitados insistentemente a revelarem em que circunstâncias "descobriram" o inventário-geral do Museu Regional de Arqueologia, em tempos instalado nos paços do concelho de Arganil, a cargo do Prof. Doutor Castro Nunes, tanto o engº Rui Silva como o cidadão Mário Vale, ocasionalmente tratado de doutor, se mantiveram calados como petos. Bico cerrado!  Que mistério envolve esta litigiosa "descoberta"?  Andavam à sua procura?  Tiveram faro?  Foi neramente furtuita?  Por que é que aos termos "apareceu" ou "encontraram" preferiram o de "descobriram"?  Não há aqui um deliberado propósito de ofensa, deixando pairar no ar algo de tenebroso ocultamento?...  Com que proveito ou intenção por parte do Prof. Castro Nunes, por cuja diligência e para seu exclusivo uso esse inventário ou f"ficheiro" foi elaborado?   Se os deuses falassem!... Em breve se saberá!  Assim o cremos.

FALTA DE CARÁCTER

Blogues assim não prestam. Devem fechar a porta por falência de ordem moral. São um descrédito para o sistema! Senão, vejamos!  O gestor do blogue de Arganil, ou seja o "PINTASSILGO", fez constar, há três dias, que se "ACABARAM... AS ACUSAÇÕES ANÓNIMAS E OS ATAQUES EM COMENTÁRIOS", acrescentando que o seu blogue "NÃO SERVE PARA QUE ANONIMAMENTE SE VENHA PARA AQUI LAVAR ROUPA SUJA", para de seguida se contradizer e dar cabimento a um torpe comentário anómimo visando a pessoa do Prof. Castro  Nunes. Simplesmente execrável. QUE FALTA DE CARÁCTER!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Era de esperar

A inacreditável atitude do cidadão Mário Vale, levando a tribunal, por um motivo fútil, o Prof. Castro Nunes, cuja filha o seu pai matou em escabrosas circunstâncias sem que chegasse a ser incomodado pela justiça devido à voluntária intervenção do pai da criança, o qual solicitou o arquivamento do processo, renunciando deste modo à correspondente e vultosa indemnização pecuniária, a que juridicamente teria legítimo direito, não fez mais do que avivar dolorosas recordações, trazidas à ribalta por tão descabido e caricato gesto do demandante em causa, tanto mais que o dano alegadamente provocado por suposta difaação não vai pecuniariamente além dos 2.000 (dois mil) euros, o valor pedido, que mais parece esmola.
Vendo no filho a sombra do pai que já se havia desvanecido no seu espírito, mas que agora surge das cinzas do passado para de novo o atormentar e lhe inquinar a vida prestes a extinguir-se, pois se trata de um nonagenário de precária saúde, o egrégio catedrático desabafou a sua angústia nos poemas que por aí correm e que passamos a transcrever, dada a sua qualidade literária:
         

          Sempre que vejo o sujeito,
          vem-me à ideia o fulano
          que de um modo desumano
          o meu lar deixou desfeito.

           Tirem-no da minha frente,
            pois sempre que isso acontece
            é como se sucedesse
            a tragédia no presente.

           A atitude que assumiu
           ante mim, veio avivar
           uma dor a dormitar
           que novamente emergiu!