Solicitados, pelas mais diversas formas e circunstâncias, a explicarem em que sentido e com que intenção, no artigo vindo a lume no "Jornal de Arganil", empregaram o termo "desberto" relativamente à caixa metálica, vulgo cofre, existente nas antigas instalações do museu de arqueologia nos paços do concelho, os intervenientes, com os autarcas à cabeça, têm-se metido em copas. Moita, carrasco! Nenhum deles até hoje, designadamente o engº Silva e o cidadão Mário Vale, teve a coragem de assumir a sua responsabilidade na matéria. Não deixa de ser sintomático que, havendo fartura de termos para designar o fortuto aparecimento da caixa metálica em questão, foram logo optar pelo rocambolesco vocábulo "descobrir"! Damos exemplos, entre muitos outros, pois a colheita é farta: avistar, desvendar, topar, achar, encontrar, localizar, notar, observar, catrapiscar, divisar, lobrigar, enxergar, vislumbrar, detectar, descortinar, bispar. Será preciso mais para se concluir pelo sentido pejorativo, insidioso e calunioso do termo preferido? Diga quem sabe!
Foi precisamente para contrabalançar esta canalhice que o Prof. Castro Nunes saiu a terreiro com o seu litigado artigo a repor a verdade dos acontecimentos. Quem é, na realidade, o verdadeiro criminoso?...
terça-feira, 12 de outubro de 2010
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